Os livros demonstram o impacto devastador da falta de compaixão e da desumanização, revelando a luta dos personagens para encontrar sentido e dignidade em suas vidas. Nas novelas, as personagens principais actuam como pontes que conectam o leitor à narrativa, revelando temas centrais e a complexidade do mundo fictício. Através de suas reacções, pensamentos e acções, essas personagens manifestam identidades únicas e revelam os conflitos que enfrentam em um ambiente que as molda.
segunda-feira, 20 de julho de 2026
A intersecção entre a identidade e a consciência das personagens principais em "A Metamorfose" de Franz Kafka e "Nós Matamos o Cão Tinhoso" de Luís Bernardo Honwana
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Crítico literário ou ensaísta _ das qualidades para se ser à relevância na cadeia de valor do livro
sexta-feira, 3 de abril de 2026
A qualidade da aparição do escritor na televisão/rádio é medida pela qualidade das perguntas do jornalista/apresentador
sexta-feira, 27 de março de 2026
"a literatura não se faz apenas com génios, há uma segunda camada que é importante"
Lembro-me desta frase de Eugénio Lisboa sempre que me é pedida uma revisão de um livro de prosa. A mesma foi proferida numa entrevista concedida pelo escritor e crítico literário a Pedro Mexia, e foi publicada no Jornal Expresso a 28 de Fevereiro de 2021.
A voz de Lisboa ecoa no ouvido quando revejo prosa, não porque tal não se aplique à poesia. Ocorre, talvez, por ser na prosa que encontro bons exemplos para o alcance desta frase.
sexta-feira, 20 de março de 2026
Perigos do isolamento e do comportamento de manada na criação literária
terça-feira, 28 de outubro de 2025
Anotações sobre a arte de “escrever para não esquecer; para reter a vida; para continuar vivo”
“a literatura enquanto arte é um dos mecanismos mais antigos de luta contra o esquecimento” [Noa (2025, p. 15)]. Por isso, no universo de tantos anseios que temos, como nação, relativamente à figura de José Craveirinha, o que “definitivamente não queremos é o esquecimento, mas, sim, preservar e valorizar a sua memória” [op. cit. p. 13]
Com estas palavras
extraídas entre as páginas 13 e 15 do livro sobre o qual queremos conversar,
saúdo a comunidade universitária da UniSave, aos membros e convidados da
Associação Cultural Xitende e, destacavelmente, ao Professor Francisco Noa,
autor deste “José Craveirinha, esse mandarim”.
Quando tomei conhecimento do desafio de fazer a apresentação deste livro, fiquei dividido entre a honra que para mim representa este acto e a assunção da minha pequenez para tamanha responsabilidade. Provavelmente tenha feito uma má selecção vocabular decorrente desse assombro. Não fiquei dividido. Na verdade, fiquei preocupado. E não é para menos.





