Este título faz cócegas na alma para que me dedique a um ensaio possível de fazer acerca do ofício a que possivelmente se reservem os nossos mestres da palavra que já não andam entre nós. Seria um texto e tanto, tasaver. Daqueles que só sairiam em circunstâncias tais em que a aura atinge um estado zen. Imagine-se, caro leitor: neste Setembro. A pensar. Não no amarelo. Mas no azul do mar. Descalço. Sentado na praia. Os pés das calças dobrados até ao joelho e as mangas da camisa ao cotovelo. Os sapatos pousados à esquerda.
sexta-feira, 23 de setembro de 2022
terça-feira, 26 de julho de 2022
a distante proximidade com que Cumbane narra os nossos mundos
quarta-feira, 13 de julho de 2022
TASAVER: amar em tempos líquidos!
Depois da primeira revelação desse facto, damos um salto para o don’t listen to what they say porque as falas sobre nós ou sobre o que as pessoas julgam saberem de nós começam a desfazer o castelo de cartas em que a nossa descrição se tornou. Já temos holofotes. Somos estrelas nos seus quinze minutos de fama. Cinco da descoberta. Outros cinco do auge. E os últimos cinco do patético declínio no anonimato.
quarta-feira, 6 de julho de 2022
O Amor Fati na canção “Mamana Wanga” de Avelino Mondlane – uma breve análise filosófica!
A expressão latina “#Amor_Fati” que significa “amor ao destino” foi um dos objectos de reflexão dos grandes filósofos como Frederich Nietszche, Epictetus, Marcus Aurélio e Albert Camus.
Ignorando algumas nuances, pode assumir-se uma convergência
de pensamentos desses filósofos na concepção do “Amor Fati” como aceitação do
homem ao seu destino, mesmo sendo feito de tragédias, contrariedades e
boaventurança.
TASAVER: não haverá TSU que baste!
quarta-feira, 29 de junho de 2022
TASAVER: sou mais Pablo que o Escobar
Sou também dado a elas mas, neste universo, sou mais Pablo que o Escobar. Ele é maior. E mais: as que eu vendo não alucinam. Despertam. Curam. Engrandecem. Mas também destroem. O seu poder é indescritível. Boa parte do sou e tenho. É graças a elas. Vendo-as e consumo-as. Do que se sabe dele, até esta parte, ele não consumia as dele. Apenas vendia. Eu sou diferente. Vendo e consumo um pouco de cada uma, antes de vendê-las. Faz parte do ofício. Todo escritor consome as suas palavras antes de as vender ao leitor.





