Março de 2020. É nesta altura em que entro em contacto com este livro. Para vocês é intitulado “as máscaras da verdade”. Para mim “o injusto testamento” embora não tivesse gostado deste título na altura. Agora que o autor o trocou por outro, passei a gostar dele. É verdade. Convenhamos: há daquelas coisas de que passamos a gostar pura e simplesmente porque nos parecem exclusivas. Vem daí, talvez, o encanto das mulheres pela roupa de fardo. Dizem elas: aquelas peças são fashion. Únicas. Sem versões. Nem sósias que se recusam a tirar uma foto, tal como aconteceu com o outro de quem se suspeita que nos tenha burlado.
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
sexta-feira, 23 de setembro de 2022
Tasaver: escreve-se na terra, nos céus a vida é religiosa!
Este título faz cócegas na alma para que me dedique a um ensaio possível de fazer acerca do ofício a que possivelmente se reservem os nossos mestres da palavra que já não andam entre nós. Seria um texto e tanto, tasaver. Daqueles que só sairiam em circunstâncias tais em que a aura atinge um estado zen. Imagine-se, caro leitor: neste Setembro. A pensar. Não no amarelo. Mas no azul do mar. Descalço. Sentado na praia. Os pés das calças dobrados até ao joelho e as mangas da camisa ao cotovelo. Os sapatos pousados à esquerda.
terça-feira, 26 de julho de 2022
a distante proximidade com que Cumbane narra os nossos mundos
quarta-feira, 13 de julho de 2022
TASAVER: amar em tempos líquidos!
Depois da primeira revelação desse facto, damos um salto para o don’t listen to what they say porque as falas sobre nós ou sobre o que as pessoas julgam saberem de nós começam a desfazer o castelo de cartas em que a nossa descrição se tornou. Já temos holofotes. Somos estrelas nos seus quinze minutos de fama. Cinco da descoberta. Outros cinco do auge. E os últimos cinco do patético declínio no anonimato.
quarta-feira, 6 de julho de 2022
O Amor Fati na canção “Mamana Wanga” de Avelino Mondlane – uma breve análise filosófica!
A expressão latina “#Amor_Fati” que significa “amor ao destino” foi um dos objectos de reflexão dos grandes filósofos como Frederich Nietszche, Epictetus, Marcus Aurélio e Albert Camus.
Ignorando algumas nuances, pode assumir-se uma convergência
de pensamentos desses filósofos na concepção do “Amor Fati” como aceitação do
homem ao seu destino, mesmo sendo feito de tragédias, contrariedades e
boaventurança.





