Pelo ambiente


Abate-se uma árvore inocentada pela natureza
vai-se gastando a idade do planeta sem fineza
E a atmosfera é-lhe arrancada a plena pureza,
que se firma pela peregrinação da beleza

Incendeia-se uma floresta deserdada,
vai-se confiscando de nós a saúde herdada
dos pulmões provindos dessa florestada
que nos enriquece de forma não bastarda!

Opa! Esta gente pasmadíssima de ignorantes,
Oh gentinha teimosa, nunca te espantes
se te ornam a casa, as desabrigadas serpentes!
Se lhes atacar o harém, em teu – presentes!

Planta-se uma árvore, mais uma vida,
vai-se disseminando aquela semente perdida
em cada costela dessa floresta estendida,
o que não menos sobeja a tristeza recolhida

Cria-se uma floresta, agradece o ambiente,
que se empanturra de risos docemente,
ao delapidar o [humilde] oxigénio novamente.
Aí, o raio da morte se desterra profundamente

Opa! Gente bem crucificada pela sabedoria!
Oh gentinha temerosa lute, sem artilharia,
pela saúde ambiental, que não mais se estendia
Diz: eu planto, eu preservo, eu amo essa ousadia!

Limpa-se o recinto que nos acolhe sem furores,
vai-se criando um jardim esmaltado de flores.
Aí, a deusa da vida desfila com a deusa dos amores,
e nós, de mãos dadas com o ambiente – vencedores!

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